O Baú do Xekim
NÃO ESPERE QUE A VIDA LHE TRAGA SURPRESAS. SURPREENDA VOCÊ A VIDA. SEJA OPTIMISTA, E, SOBRETUDO, AME, AME MUITO. NÃO ESQUEÇA: O MAU-HUMOR DIFICULTA A DIGESTÃO E NÃO LHE DÁ MAIS ANOS DE VIDA.
Quarta-feira, 21 de Março de 2012
Segunda-feira, 19 de Março de 2012
Sábado, 4 de Fevereiro de 2012
Sábado, 28 de Janeiro de 2012
Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012
Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012
Sábado, 14 de Janeiro de 2012
Sábado, 7 de Janeiro de 2012
Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012
Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011
Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011
Domingo, 11 de Dezembro de 2011
Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011
| Festival do Arroz Doce 2011 | |||
VIII Festival de Arroz Doce, Feira do Livro e dos Stocks Em: Torres Novas, no Pavilhão de Exposições da NERSANT De: 1 a 4 de Dezembro de 2011 ![]() Mostra regressa de 1 a 4 de Dezembro. Workshop de bolos decorados e um espaço dedicado às crianças são as novidades do certame. De 1 a 4 de Dezembro, o Pavilhão de Exposições da NERSANT, em Torres Novas, recebe a VIII edição do Festival do Arroz Doce. A par da tradicional mostra, a NERSANT organiza ainda a feira dos stocks e a feira do livro, que este ano se vê reforçada com um maior número de editoras. 70 % do espaço do pavilhão de exposições já está ocupado. A NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém organiza, entre os dias 1 e 4 de Dezembro, a 8.ª edição do Festival do Arroz Doce. A mostra, que tem como objectivo dar a conhecer este doce regional, apresenta diferentes formas de o confeccionar, como o arroz doce tradicional, o arroz doce de chocolate, entre outras surpresas. Nesta edição do festival, a NERSANT volta a realizar, no dia 4 de Dezembro, o concurso de arroz doce. O júri, composto por Filipa Vacondeus, Odete Silva, em representação do Chefe Silva, e João da Guia, vai avaliar o melhor arroz doce, nas vertentes “tradicional” e “inovação”. A par do festival do arroz doce, realizam-se também a feira dos stocks e a feira do livro. Vestuário, têxtil, calçado, bijutaria e livros são alguns dos produtos que os visitantes podem encontrar a preços mais baixos. No âmbito da feira do livro – este ano reforçada com um maior número de editoras – vai ser apresentado o livro “Histórias sem idade – Contos Infanto-Juvenis para todas as idades”, por Paula Araújo, autora natural de Riachos, seguindo-se uma sessão de autógrafos. Esta edição do Festival do Arroz Doce conta com algumas novidades, que farão a delícia dos visitantes. Este ano irá realizar-se, pela primeira vez, um workshop de bolos decorados, onde os participantes poderão aprender técnicas importantes na decoração de bolos. O resultado final desta iniciativa ficará em exposição no festival. Também inédita é a criação de um espaço dedicado exclusivamente à diversão das crianças, onde serão colocados insufláveis. Os interessados em expor no Festival do Arroz Doce, Feira dos Stocks e Feira do Livro, ainda o podem fazer, devendo, para isso, contactar o Departamento de Feiras e Certames da associação através do número 249 839 500 ou do e-maildfc@nersant.pt. Workshop Cake DesignLocal: Nersant - Torres Novas Data: 02 de Dezembro de 2011 Horário: 14h30 - 18h30 mais informação »
Sessão de autógrafos - Chakall "Cozinhar com Prazer" Local: Nersant - Torres Novas Data: 04 de Dezembro de 2011 Horário: 15h00 |
Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011
Terça-feira, 11 de Outubro de 2011
Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011
ROSA ESPERANÇA - UM PROJETO SOLIDÁRIO
24 Setembro | Sábado | 21h30Rosa Esperança
Teatro-Projecto Mulheres e o Cancro da MamaTeatro-Cine de Torres Vedras
destinatários | maiores de 12
Entrada € 5
ROSA ESPERANÇA é um espectáculo forte e sem complexos, que pretende chamar a atenção para uma dura realidade que mata 4 mulheres por dia em Portugal: O Cancro da Mama.
Inserido num projecto de teatro de pesquisa "Projecto Mulheres e o Cancro da Mama" que interpreta e reinventa histórias de pessoas reais, Rosa Esperança conta com a participação de 7 mulheres que, não sendo actrizes, decidiram expor a sua própria experiência de luta contra o cancro e aceitaram o desafio de a partilhar com o público num palco.
Rosa Esperança um espectáculo inquietante que ninguém deve perder!
Ficha técnica:
Produção| Quem Não Tem Cão - Oficina de Artistas
Texto, Encenação e Concepção Cénica| Rui Germano
Participação especial| Simone de Oliveira
Texto, Encenação e Concepção Cénica| Rui Germano
Participação especial| Simone de Oliveira
Elenco| Alda Caetano, Cacilda Germano, Carla Pedro, Cristina Vicente, Lucinda Almeida, Manuela Almeida, Manuela Matias, Cristina Jordão, José Manuel, Paulo Azevedo
Assistente de Encenação| Alexandra Diniz
Assistente de Produção| Ana Almeida
Assistente de Encenação| Alexandra Diniz
Assistente de Produção| Ana Almeida
duração 120 minutos
Terça-feira, 9 de Agosto de 2011
Cuidados com a alimentação
ajudam a prevenir o câncer
Abuso no consumo de churrasco, alimentos defumados e gordurosos deve ser evitado
Hábitos alimentares podem melhorar a qualidade de vida e impedir o surgimento de doenças, como o câncer. Estudos mostram que o consumo excessivo de carne assada na brasa e alimentos defumados e gordurosos pode desencadear problemas.
A substância liberada na queima do carvão do churrasco, por exemplo, tem potencial cancerígeno. E as gorduras costumam passar mais tempo para serem ingeridas e, consequentemente, mais tempo no intestino.
A substância liberada na queima do carvão do churrasco, por exemplo, tem potencial cancerígeno. E as gorduras costumam passar mais tempo para serem ingeridas e, consequentemente, mais tempo no intestino.
Para evitar esses perigos, médicos recomendam diminuir o consumo de carnes e aumentar o de fibras.
Outra dica é visitar o médico regularmente. Com isso, aumentam-se as chances de descobrir um câncer em estágio inicial e tratá-lo de forma mais eficaz ou mesmo prevenir a evolução da doença.
Outra dica é visitar o médico regularmente. Com isso, aumentam-se as chances de descobrir um câncer em estágio inicial e tratá-lo de forma mais eficaz ou mesmo prevenir a evolução da doença.
In: www.r7.com
Quinta-feira, 30 de Junho de 2011
POR FAVOR REFLITA. NA PRÓXIMA PODE SER VOCÊ OU UM FAMILIAR...
E se reflectíssemos sobre as mortes mediáticas?
Todos nós que conduzimos deveríamos saber a responsabilidade que é ter um carro nas mãos. Deveríamos – e até podemos ter -, mas nunca pensamos que o infortúnio nos pode acontecer a qualquer momento. A morte de Angélico Vieira só veio ilustrar esta inconsciência colectiva. Porque, aparentemente, todos os envolvidos no desafortunado acidente têm uma quota parte de responsabilidade: a não utilização de cinto de seguranças, que é uma opção individual; o levar ao máximo a performance de um automóvel que se desconhece; o “empréstimo” de um automóvel, sem acautelar eventuais seguros, talvez porque o condutor é alguém mediático e poderá ser um cartão de visita para futuros negócios; etc.
Todos os pormenores do acidente estão a ser esmiuçados pelos media, que procuram rentabilizar ao máximo a imagem pública do cantor/ator, e muitos outros pormenores e futuras repercussões legais serão igualmente exploradas, impiedosas com o luto familiares dos falecidos.
Há alguns anos, Francisco Adam, outro actor da geração Morangos, também perdia a vida num acidente de viação. Mas será a geração (de espectadores) Morangos capaz de aprender com a morte pública ou serão essas mortes, que provocaram tantas manifestações públicas de pesar, após a euforia, encaradas apenas como a mortes dos seus personagens que conhecem, e sem o real impacto das mortes reais e próximas.
A morte de alguém é sempre pesada. Espero apenas que esta despolete em todos nós uma oportunidade de reflexão, sobretudo para uma geração que nem sempre tem na televisão os melhores modelos ou exemplos.
Todos os pormenores do acidente estão a ser esmiuçados pelos media, que procuram rentabilizar ao máximo a imagem pública do cantor/ator, e muitos outros pormenores e futuras repercussões legais serão igualmente exploradas, impiedosas com o luto familiares dos falecidos.
Há alguns anos, Francisco Adam, outro actor da geração Morangos, também perdia a vida num acidente de viação. Mas será a geração (de espectadores) Morangos capaz de aprender com a morte pública ou serão essas mortes, que provocaram tantas manifestações públicas de pesar, após a euforia, encaradas apenas como a mortes dos seus personagens que conhecem, e sem o real impacto das mortes reais e próximas.
A morte de alguém é sempre pesada. Espero apenas que esta despolete em todos nós uma oportunidade de reflexão, sobretudo para uma geração que nem sempre tem na televisão os melhores modelos ou exemplos.
Um abraço do Xekim
Terapia contra cancro da próstata pode combater subtipo do cancro da mama

Doentes com cancro da mama receptor estrogénio-negativo podem beneficiar de terapias contra o cancro da próstata que têm como alvo um receptor andrógeno da célula. É o que sugere estudo de investigadores do Cancer Research UK, no Reino Unido. Os resultados mostram que os receptores andrógenos desencadeiam o crescimento de tumores moleculares receptor estrogénio-negativo apócrinos. Este grupo representa 5% de todos os cancros de mama, avança o portal ISaúde.
O cancro da mama receptor estrogénio-negativo pode ser difícil de tratar já que os tumores não respondem aos tratamentos hormonais, tais como o tamoxifeno ou inibidores de aromatase. Nestes casos, o receptor age como um interruptor que é "ligado" pelo estrogénio para alimentar a doença. O receptor de androgénio é igualmente alimentado pela hormona testosterona para conduzir o cancro da próstata.
Os cientistas descobriram que, no cancro da mama receptor estrogénio-negativo apócrino, os receptores de andrógenos também podem activar genes normalmente ligados pelo receptor de estrogénio, que controlam o crescimento das células tumorais na mama. Isto envolve a proteína FoxA1 que "dirige" o receptor de andrógeno para ligar genes que são normalmente utilizados pelo receptor de estrogénio.
Ainda não se sabe se essa doença do receptor de andrógeno é alimentada pela testosterona, estrogénio ou se o receptor de andrógeno de alguma forma provoca o cancro da mama de forma independente, ou seja, sem a presença de uma hormona.
"Esta importante descoberta sugere que doentes com um tipo de cancro da mama receptor estrogénio-negativo pode potencialmente beneficiar de terapias dadas aos pacientes de cancro da próstata, o que poderia transformar o tratamento deste grupo de doentes no futuro. Mas como esta pesquisa de laboratório está ainda numa fase inicial, não sabemos se o estrogénio ou hormonas andrógenas como a testosterona também têm um papel a desempenhar no abastecimento da doença neste grupo de doentes. O desafio é descobrir essas respostas com mais pesquisas clínicas e laboratoriais", afirmou o autor do estudo, Ian Mills.
O cancro da mama receptor estrogénio-negativo pode ser difícil de tratar já que os tumores não respondem aos tratamentos hormonais, tais como o tamoxifeno ou inibidores de aromatase. Nestes casos, o receptor age como um interruptor que é "ligado" pelo estrogénio para alimentar a doença. O receptor de androgénio é igualmente alimentado pela hormona testosterona para conduzir o cancro da próstata.
Os cientistas descobriram que, no cancro da mama receptor estrogénio-negativo apócrino, os receptores de andrógenos também podem activar genes normalmente ligados pelo receptor de estrogénio, que controlam o crescimento das células tumorais na mama. Isto envolve a proteína FoxA1 que "dirige" o receptor de andrógeno para ligar genes que são normalmente utilizados pelo receptor de estrogénio.
Ainda não se sabe se essa doença do receptor de andrógeno é alimentada pela testosterona, estrogénio ou se o receptor de andrógeno de alguma forma provoca o cancro da mama de forma independente, ou seja, sem a presença de uma hormona.
"Esta importante descoberta sugere que doentes com um tipo de cancro da mama receptor estrogénio-negativo pode potencialmente beneficiar de terapias dadas aos pacientes de cancro da próstata, o que poderia transformar o tratamento deste grupo de doentes no futuro. Mas como esta pesquisa de laboratório está ainda numa fase inicial, não sabemos se o estrogénio ou hormonas andrógenas como a testosterona também têm um papel a desempenhar no abastecimento da doença neste grupo de doentes. O desafio é descobrir essas respostas com mais pesquisas clínicas e laboratoriais", afirmou o autor do estudo, Ian Mills.
Segunda-feira, 27 de Junho de 2011
TROQUE UNS ANOS DE VIDA POR UM CIGARRO..
TALVEZ NÃO SAIBA OU NÃO QUEIRA SABER...
Cigarro aumenta risco de ter câncer de mama.
Fumar muito e por longo tempo, antes da menopausa, aumenta o risco, diz estudo
FONTE:AA


Cientistas associam risco de câncer de mama a tempo de tabagismo, quantidade de cigarros fumados por dia, e a idade de iniciação ao vício
Mulheres que fumam por muitos anos, sobretudo antes da menopausa, e antes de ter filhos, correm mais risco de desenvolver câncer de mama, de acordo com um relatório publicado na revista Archives of Internal Medicine.
Dados coletados por várias instituições médicas e pela Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, chegaram a essa conclusão depois de analisar 111.140 mulheres, que fumaram entre 1976 e 2006, e 36.017 mulheres, de 1982 a 2006, que eram fumantes passivas. Neste total, 8.772 delas desenvolveram câncer de mama durante o acompanhamento.
Diante destes resultados, os cientistas associaram o câncer de mama ao maior tempo de tabagismo, atual e passado, a quantidade de cigarros fumados por dia, e a idade de iniciação ao vício, como os fatores de maior risco.
- O fumo antes da menopausa foi associado ao risco de câncer de mama. Já após a menopausa, o risco pareceu ser ligeiramente menor.
No entanto, o documento mostra que "o fumo após a menopausa pode reduzir ainda mais os já baixos níveis de estrógeno (hormônio feminino) da mulher no período".
O fumo passivo na infância ou na idade adulta não mostrou relação com o aumento no risco de câncer de mama.
Fumar muito e por longo tempo, antes da menopausa, aumenta o risco, diz estudo
FONTE:AA
Cientistas associam risco de câncer de mama a tempo de tabagismo, quantidade de cigarros fumados por dia, e a idade de iniciação ao vício
Mulheres que fumam por muitos anos, sobretudo antes da menopausa, e antes de ter filhos, correm mais risco de desenvolver câncer de mama, de acordo com um relatório publicado na revista Archives of Internal Medicine.
Dados coletados por várias instituições médicas e pela Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, chegaram a essa conclusão depois de analisar 111.140 mulheres, que fumaram entre 1976 e 2006, e 36.017 mulheres, de 1982 a 2006, que eram fumantes passivas. Neste total, 8.772 delas desenvolveram câncer de mama durante o acompanhamento.
Diante destes resultados, os cientistas associaram o câncer de mama ao maior tempo de tabagismo, atual e passado, a quantidade de cigarros fumados por dia, e a idade de iniciação ao vício, como os fatores de maior risco.
- O fumo antes da menopausa foi associado ao risco de câncer de mama. Já após a menopausa, o risco pareceu ser ligeiramente menor.
No entanto, o documento mostra que "o fumo após a menopausa pode reduzir ainda mais os já baixos níveis de estrógeno (hormônio feminino) da mulher no período".
O fumo passivo na infância ou na idade adulta não mostrou relação com o aumento no risco de câncer de mama.
Sábado, 25 de Junho de 2011
TOME NOTA E NÃO ENTRE EM PÂNICO...CONVERSANDO NOS ENTENDEMOS.
Artigo selecionado
Sexta-feira, 24 de Junho de 2011
Sexta-feira, 17 de Junho de 2011
Terça-feira, 14 de Junho de 2011
CANCRO DA MAMA
Ressonância Magnética é usada como método complementar
Novas tecnologias estão dando mais precisão e agilidade no diagnóstico de doenças da mama. O tema será um dos assuntos abordados na Jornada Gaúcha de Radiologia que acontece nos dias 10 e 11 de junho, no Hotel Serrano em Gramado. O evento é uma realização da Associação Gaúcha de Radiologia.
Uma das tendências é a utilização de métodos complementares a mamografia como, por exemplo, a Ressonância Magnética. A prática exige um dispositivo especial adaptável ao equipamento de ressonância magnética de modo que a operação fique voltada para a identificação de lesões não palpáveis. Segundo o Vice-Presidente da Associação Gaúcha de Radiologia, na área de Mamografia, Dakir Duarte, esse avanço contribui para optimização no trabalho da radiologia.
- Existem ferramentas que estão começando a ser usadas no Brasil e outras que estão recém chegando. Temos a Tomossíntese que está recém começando. A experiência que já temos domínio em vários centros no Brasil, é a utilização da Ressonância Magnética como método complementar. Existem algumas lesões que só são identificadas por meio dessa técnica. Para a exploração cirúrgica, diagnóstico e tratamento é necessário além do treinamento profissional dispositivos que se adaptam a máquina para que o exame se torne possível - disse.
A Tomossíntese é um método de obtenção de imagens digitais da mama que agrega o princípio de detecção do sistema DR (Radiologia Digital) com o princípio da produção de imagem da tomografia linear. Apesar da alta tecnologia, os benefícios do tratamento mais adequado não são ainda uma realidade para pacientes do Sistema Único de Saúde.
- O SUS sempre vem um pouco mais tarde, em geral, porque são métodos que exigem alto investimento e verbas especiais. É natural que exista uma burocracia mais lenta. Na área privada isso se resolve de forma muito mais rápida - completou.
Esse e outros temas da radiologia estarão em debate na Jornada Gaúcha de Radiologia. Como nas edições anteriores, a AGR procura através do evento manter um alto cunho científico com apresentações e discussões criteriosas e independentes relativas aos aspectos de manejo dos pacientes. Além da Mamografia outros temas estarão presentes nas aulas como: Radiologia Geral, Ultra-sonografia, Tomografia, Ressonância Magnética, Medicina Nuclear e Radioterapia.
Redação: Marcelo Matusiak
Coordenação: Marcelo Matusiak
Coordenação: Marcelo Matusiak
Quinta-feira, 9 de Junho de 2011
Domingo, 5 de Junho de 2011
EU NÃO COLABOREI.
POIS FOI. NÃO VOTEI NA DIREITA.
MAS VOU TER DE COMPRAR UM CORDEL PRA
PRENDER AS CALÇAS. MEU CINTO NÃO TEM
MAIS FUROS.
PENA É QUE PAGAM UNS PELOS OUTROS... É A VIDA!!!
Sábado, 4 de Junho de 2011
XXXIV Grande Prémio de Atletismo de Stº António., realizado em 04/06/2011. Em Torres Novas (Portugal)
Alguns pódios da prova.
Uma chamada de atenção: É necessário e urgente uma ambulância de apoio médico na chegada da prova, para que não se voltem a repetir situações, nas quais foi preciso apoio imediato e não havia.
A desculpa que havia uma ambulância na prova não resulta.
Um pouco mais de respeito pela vida humana, não custa nada.
Há vidas que devem ser respeitadas.
A jovem júnior do Zona Alta confirma o desfecho e diz que não se trata de desportivismo a mais. “Foi uma corrida difícil, com muito calor, em que, SÓ NOS DERAM ÁGUA A PARTIR DA ÚLTIMA VOLTA, o que custou muito”, contava Catarina, recente recordista nacional junior dos três mil metros obstáculos.
Cigarro é a principal causa de morte por doença respiratória
A maior parte das mortes por doenças respiratórias crônicas no Brasil é causada pelo tabagismo, segundo levantamento do Inca (Instituto Nacional de Câncer). Hoje é comemorado o Dia Mundial sem Tabaco. De dez homens que morrem por enfisema pulmonar ou bronquite crônica no país, oito são fumantes. Entre as mulheres, seis de dez mortes são causadas pelo tabagismo.
"Quando se fala em tabaco, todos pensam em câncer de pulmão. O cigarro não causa só câncer. Temos um milhão de fumantes com problemas respiratórios sérios", diz Liz Almeida, da divisão de epidemiologia do Inca.
Os números do Brasil são bem acima da média mundial (veja ao lado). O motivo, segundo Ricardo Meirelles, pneumologista do Inca, ainda precisa ser pesquisado.
"Essas doenças são causadas principalmente por substâncias irritantes na fumaça do cigarro. Pode ser que o cigarro brasileiro tenha algo diferente que leve a isso."
O conjunto de males respiratórios causado pelo cigarro é chamado de DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica). São doenças irreversíveis e de progressão lenta.
Além do fumo, exposição à poluição e à fumaça de biomassa (como fogão à lenha) são fatores de risco. "O fumo, inclusive o fumo passivo, acaba sendo um fator de risco mais importante", diz Meirelles. Segundo o médico, já é possível fazer o diagnóstico precoce, quando ainda não há sintomas.
O risco de desenvolver a doença varia de acordo com a pessoa e a média de cigarros consumidos. Para o tratamento, que é feito com drogas e terapia respiratória, é essencial parar de fumar.
TOU AVISANDOOOOOOOOOO.
UM ABRAÇO.
XekimVieira
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