segunda-feira, 24 de agosto de 2009

HOMENAGEM À MINHA CINDY.

Era uma linda gatinha toda branquinha e de olhos azuis.
Dizem que este tipo de gatos podem ter problemas genéticos.
A minha Cindy, tinha.
Era surda. Mas, nós aos poucos e gestualmente íamos ensinando alguns sinais para que ela percebesse o que queríamos.
E, aos poucos a Cindy lá ía percebendo os sinais, ora para comer ou para vir para o colo, entre outras coisas.
Mas a felicidade da Cindy e a nossa em relação a ela tinha os dias contados.
Aos poucos, verificávamos que a Cindy não andava bem.
Comia pouco e de vez em quando tinha ataques que a deixavam de (rastos). Agarrava-se ao tapete e miava bastante forte. Fazia aflição.
Levámo-la ao veterinário, que lhe deu soro, não descobrindo o porquê da aflição da Cindy.
Passado algum tempo a situação piorou, e na mesa do veterinário a Cindy despediu-se dos donos.
Vi nos olhos dela a aflição do momento.
Não podia fazer nada.
O técnico não era eu. Mas no meio desta tristeza (minha e da minha esposa) o veterinário disse: São quarenta euros.
Que desumanidade. Não era pelo dinheiro. Mas onde estava a humanidade daquele veterinário? Nós dois com as lágrimas nos olhos e ele a pedir dinheiro, e a Cindy morta na mesa.
Por amor de Deus. O que são quarenta euros naquela hora?

Trouxemos a Cindy para casa e demos-lhe um local para o repouso final

Cá vai uma festinha CINDY. rom...rom...

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